Reposição de colágeno: saiba se é hora de fazer

Pele viçosa e firme, boa cicatrização e funcionamento de cartilagens. Todos esses benefícios estão relacionados a uma substância: o colágeno. É ele que ajuda a garantir força e mobilidade para diferentes partes do corpo e, mais do que isso, dar suporte e sustentar a estrutura da pele, prevenindo a flacidez e o aparecimento de rugas.

“Além de deixar a pele mais firme e bonita, o colágeno também é importante para a função de sustentação das células, atua na cicatrização e contribui para a integridade e o funcionamento normal dos ossos, músculos e cartilagens”, afirma a nutricionista Adriana Lima, da Clínica Fares.

Mas, com o tempo, a produção natural é reduzida. “Trata-se de um composto de proteínas presente na estrutura humana, mas que deixa de ser produzido gradativamente com o passar dos anos”, explica a dermatologista Adriana Caldas, professora da Faculdade de Medicina Estadual de São José do Rio Preto (SP).

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Por isso, de acordo com as especialistas, a reposição do colágeno é indicada para pessoas com mais de 30 anos, quando o corpo começa a perder a capacidade de produzir sozinho. “Aos 50 anos pode-se chegar a somente 35% da sua produção total”, diz Caldas.

Os primeiros sinais da diminuição na produção da substância são: aparecimento de rugas no rosto, fragilidade óssea e flacidez facial e corporal. “Hoje existem muitos estudos que comprovam os benefícios da reposição de colágeno”, diz a dermatologista.

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Alimentação é coadjuvante

Mas para que seja bem aproveitado pelo nosso organismo, é preciso associar a suplementação de colágeno a uma alimentação balanceada. O organismo precisa de outros nutrientes para que o efeito seja eficiente. “É necessária a participação de zinco, cromo, silício, selênio, cobre, das vitaminas A, E e C além de vitaminas do complexo B, como a piridoxina, a biotina e o ácido pantotênico”, destaca Lima.

Segundo a nutricionista, é possível encontrar colágeno em alimentos de origem animal como carnes e gelatinas. O que não está comprovado é se ele pode ser absorvido pelo consumo desses alimentos.

Principais tipos e suas funções

Existem pelo menos 16 tipos de colágenos, mas são os tipos 1 e 2 os mais utilizados nas reposições. O primeiro representa 90% do total do nosso corpo. Ele fornece estrutura para a pele, ossos, tendões, cartilagem fibrosa, tecido conjuntivo e dentes. Recomenda-se o uso de 10 gramas por dia, consumidos com as refeições e com um alimento rico em vitamina C.

O tipo 2 é feito de fibras frouxamente empacotadas e é encontrado na cartilagem elástica, que servem de “almofadas” para as articulações. É indicado para doenças como osteoartrite de origem autoimune e artrite reumatoide. Recomenda-se 40 miligramas por dia, tomados em jejum.

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